segunda-feira, 22 de agosto de 2016

A mulher se olha no espelho... e vai!

A mulher se olha no espelho... e vai! Aos 8 anos a mulher se olha no espelho, vê Cinderela, Bela Adormecida, etc., e vai para a festa de aniversário da melhor amiga, suspirando pelo namoradinho dela.

Aos 15 anos a mulher se olha no espelho e se vê como Cinderela/ Bela Adormecida/ Top Model/ Pop Star/ mas, dependendo do seu humor no dia, acha que está gorda/cheia de espinhas/feia/com um cabelo horrível, etc., e grita: - Mãe! Como é que eu posso ir desse jeito! Mas, depois de horas de tormento e indecisão, acaba indo desse jeito mesmo.

Aos 20 anos a mulher se olha no espelho e se vê "muito gorda/muito magra, muito alta/muito baixa, muito empinada/muito encurvada", mas acaba decidindo que vai, de qualquer maneira.

Aos 30, a mulher se olha no espelho e se vê "muito gorda/muito magra, muito alta/muito baixa, muito empinada/muito encurvada", mas conclui que não tem tempo para arrumar essas coisas e vai assim mesmo.

Aos 40, a mulher se olha no espelho e se vê “muito gorda/muito magra, muito alta/muito baixa, muito empinada/muito encurvada" e diz, “pelo menos eu estou limpa” e vai, numa boa.

Aos 50, a mulher se olha no espelho, vê realmente quem “ela é”, vai à luta e conquista o mundo.

Aos 60, a mulher se olha no espelho, vê sabedoria, charme e sutileza, e vai sem medo aonde desejar ir.

Aos 70, a mulher se olha no espelho e se lembra de todas aquelas pessoas que nem podem mais se olhar no espelho e vai curtir a vida, com tudo que tem direito.

Aos 80, a mulher não se importa mais de se olhar no espelho. Apenas coloca aquela blusa tamanho GG, com enormes flores estampadas, que ela sempre achou ridícula, e vai se divertir, sem nenhum constrangimento.

Aos 90, a mulher já não consegue mais se ver direito no espelho e por isso não tem mais nada com que se preocupar.

P.S. – Talvez todas nós devêssemos adotar bem antes aquela ridícula blusa GG, com enormes flores estampadas, e sair para nos divertir, sem nenhum constrangimento ou preocupação. Aliás, é o que vou fazer agora.

(Traduzido e adaptado por Letícia Lanz do original em inglês, de autor anônimo)

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